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| (Fotos: Divulgação/Cultura na Faixa) |
Na última semana, a casa do projeto Cultura na Faixa, no bairro Geneciano, em Nova Iguaçu, recebeu uma atividade que uniu arte, território e educação ambiental. A ação apresentou aos inscritos uma experiência prática de produção de tintas naturais feitas a partir do solo da própria região, explorando diferentes tonalidades de barro encontradas no território.
Durante a atividade, as crianças aprenderam como transformar elementos da natureza em material artístico. O processo incluiu a preparação das tintas e sua aplicação em produções criativas, permitindo que os participantes experimentassem novas formas de expressão enquanto refletiam sobre a relação entre cultura, meio ambiente e território.
A oficina foi conduzida com o apoio da professora de artes Jaqueline Kelly, da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Nova Iguaçu (SEMAM), que acompanhou as crianças ao longo de toda a ação, orientando as atividades e compartilhando conhecimentos sobre o uso de recursos naturais em práticas artísticas.
A iniciativa foi realizada em parceria entre o projeto Cultura na Faixa e a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, com o objetivo de promover a conscientização ambiental entre os educandos. Ao trabalhar com materiais presentes no próprio território, a atividade também reforçou a importância de reconhecer e valorizar os recursos locais.
Além do aprendizado técnico, a experiência estimulou a criatividade das crianças e ampliou o contato com práticas sustentáveis no cotidiano. Ao transformar o solo em tinta e a terra em expressão artística, os participantes puderam compreender, de forma concreta, como o meio ambiente pode estar presente também nos processos de criação cultural.
O Cultura na Faixa é um projeto da ONG Se Essa Rua Fosse Minha (SER), realizado por meio de convênio com a Transpetro, e atua no território promovendo atividades culturais e educativas voltadas para crianças e jovens da comunidade. A proposta do projeto é fortalecer vínculos comunitários, ampliar o acesso à cultura e contribuir para processos formativos que dialoguem com a realidade social dos bairros atendidos.

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