CEDAE VAI PLANTAR MAIS DE UM MILHÃO DE MUDAS ÀS MARGENS DO RIO GUANDU - Correio da Lavoura

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28 de ago. de 2025

CEDAE VAI PLANTAR MAIS DE UM MILHÃO DE MUDAS ÀS MARGENS DO RIO GUANDU

Ação em parceria com o Exército é parte do 
Programa de Recuperação do Corredor Tinguá-Bocaina

(Fotos: Luis Alvarenga)

A Cedae iniciou, na terça-feira (26), a segunda etapa de recuperação de uma área total de 456 hectares (4,5 km²) de Mata Atlântica às margens do Rio Guandu, localizada no Depósito de Central de munições do Exército Brasileiro, em Paracambi, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Desde o ano passado, quando foi firmado o acordo de cooperação com o Exército, 78 hectares da área prevista já haviam sido recuperados. Ao todo, serão plantadas mais de um milhão de mudas, cultivadas nos oito canteiros mantidos pelo programa Replantando Vida, da Cedae.

A ação faz parte do Programa de Recuperação do Corredor Tinguá-Bocaina, lançado pela Cedae em 2023: além da Bacia do Rio Guandu, o plantio beneficiará também a Serra da Cambraia, que integra o corredor. Uma parceria entre a Companhia e ONG The Nature Conservancy, o programa tem como objetivo recuperar 10 mil hectares, até 2030, em uma área que abrange nove municípios e mananciais fundamentais para o abastecimento de água do estado.

PRÊMIO ABRIG 2025


No mesmo dia em que deu início à segunda fase do mega plantio às margens do Rio Guandu, o programa Replantando Vida conquistou o segundo lugar na categoria ESG do Prêmio Abrig Marco Maciel 2025, concedido pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). A premiação é um reconhecimento a instituições que atuaram seguindo os princípios da “ética, transparência, diálogo e responsabilidade social”.

Esta é a 34ª premiação do Replantando Vida desde a criação do programa, em 2021, e reconhece o seu alcance e sua abrangência, segundo o diretor-presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon.

"Este é mais um reconhecimento ao Replantando Vida, desta vez como destaque em prática ESG (Ambiental, Social e Governança), pelo impacto positivo que o programa gera tanto no meio ambiente quanto na reinserção social de pessoas em privação de liberdade. Queremos que ele também inspire outras empresas e instituições gerando um efeito multiplicador", afirma Ballon.

Em sua oitava edição, o prêmio é o maior do país na área de relações institucionais e governamentais, e homenageia instituições e organizações públicas e privadas e representantes da sociedade civil organizada.