FIRJAN ANUNCIA MEDIDAS PARA IMPULSIONAR O CRESCIMENTO DO SETOR NO DIA DA INDÚSTRIA - Correio da Lavoura

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26 de mai. de 2026

FIRJAN ANUNCIA MEDIDAS PARA IMPULSIONAR O CRESCIMENTO DO SETOR NO DIA DA INDÚSTRIA

(Foto: Divulgação/Firjan)

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) comemorou o Dia da Indústria (25/5) reunindo mais de 320 convidados de todo o estado para celebrar as conquistas da instituição e anunciar medidas voltadas a alavancar o desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro. A abertura foi realizada pelo presidente Luiz Césio Caetano, que reafirmou o papel propositivo da federação para o desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro e do Brasil.

"Nosso tradicional evento na sede da federação reforça o compromisso histórico com o desenvolvimento do nosso estado e do país. Tornar esse dia ainda mais especial com ações concretas é o que nos move. Por isso, abrimos a agenda deste 25 de maio de 2026 com o lançamento do estudo Custo Rio, que revela o peso invisível que reduz a competitividade de quem produz em nosso no estado do Rio. São R$ 274,8 bilhões a mais por ano, o que equivale a 20% do PIB fluminense", pontou Caetano.


Outra novidade apresentada foi o
“Escritório de Carreira”, uma iniciativa criada para conectar alunos egressos da Firjan SENAI SESI a oportunidades profissionais no mercado. Luiz Césio Caetano ressaltou que o projeto representa a entrega de profissionais mais capacitados e qualificados para as indústrias, o que se traduz em um diferencial inestimável para o aumento da competitividade. O presidente também projetou o crescimento das atividades educacionais, destacando que, em 2026, as instituições alcançarão o maior volume de horas de aulas ministradas de sua história. Serão mais de 160 mil alunos atendidos, representando quase 50 milhões de horas-aluno em educação básica e profissional.

Outro serviço lançado no evento foi o “Indústria Mais Parceira”, também desenvolvido pela Firjan SENAI SESI. Trata-se de um modelo estruturado de gestão de parcerias não financeiras, totalmente baseadas em cooperação técnica, doações, patrocínios reversos e desenvolvimento de projetos conjuntos.


O
“Saúde para a Pequena Indústria”, da Firjan SESI, contempla a realização gratuita do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e do Programa de Gerenciamento de Riscos, para essas empresas de menor porte. “Como já disse em mais de uma oportunidade, às pequenas e médias indústrias estão entre as prioridades de minha gestão”, reafirmou o presidente.

Autoridades presentes

Márcio Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, celebrou a data e reforçou a parceria com a federação. “Quero renovar o meu compromisso pessoal e o compromisso do governo federal com o setor industrial. Um compromisso para trabalharmos juntos, dialogando, buscando o acerto e enaltecendo a atividade de quem trabalha e produz, sendo capaz de melhorar a vida das pessoas", disse.

Osmar Lima, secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico da capital, destacou que, embora a cidade tenha enfrentado um processo histórico de desindustrialização, os números atuais ainda são expressivos, somando 6 mil indústrias e 170 mil trabalhadores. “Esse é um número que a gente gostaria, por óbvio, de ver crescer, mas é impossível fazer esse caminho sem um projeto que seja integrado do ponto de vista estadual e federal. Esse é um trabalho que demanda longo prazo”, ponderou.

Representando o governador em exercício Ricardo Couto, Guilherme Mercês, secretário estadual de Fazenda, defendeu uma nova postura na relação com o setor produtivo. “O bom contribuinte tem que ser tratado como um cliente do Estado do Rio de Janeiro, alguém que paga seus impostos em dia e, com isso, financia as políticas públicas essenciais para o desenvolvimento econômico e social. Temos que trabalhar por um ambiente de negócios que seja frutífero, tanto para as empresas que já estão aqui quanto para atrairmos novos investimentos”, pontuou.

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O estudo “Custo Rio – O Desafio da Competitividade Fluminense” pode ser acessado por meio deste link: Entraves estruturais geram custo adicional de R$ 275 bilhões às empresas fluminenses, aponta Firjan.