MONSENHOR JOÃO MUSCH, EM PATOS (MG) - Correio da Lavoura

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2 de mar. de 2026

MONSENHOR JOÃO MUSCH, EM PATOS (MG)


Abaixo do título, a frase pronunciada por Padre João Musch: “Apenas moro aqui, mas vivo em Nova Iguaçu”. A matéria, estampada na primeira página, em duas colunas, da edição de 14 de abril de 1963, registrava a visita feita ao Padre João, que se encontrava na cidade mineira de Patos desde que saíra de Nova Iguaçu, da Família Raunheitti. Eis a íntegra do texto:

“À semelhança de outros iguaçuanos reconhecidos e dedicados, o casal Sebastião Henrique-Maria José Raunheitti Duccini e seu filho Sebastião José (Tutuca), acompanhados do sogro, pai e avô, José Raunheitti, fizeram uma visita ao venerando Monsenhor João Musch, em Patos (MG), onde se encontra desde que saiu desta cidade há cerca de dois anos. Publicamos aqui esta fotografia do inesquecível sacerdote, ao lado dos amigos que o visitavam no estabelecimento de assistência à infância desvalida, e onde ele reside, para que os iguaçuanos, como que matando saudades, também não se esqueçam daquele que durante seis lustros se entregou aqui de corpo e alma, e com fé inquebrantável, ao serviço da Igreja Católica, fortalecendo-a e dignificando-a. Lá na longínqua cidade mineira disse ele, recordando nossa cidade e seus queridos ex-paroquianos, dos quais não se esquece em suas orações: ‘Apenas moro aqui, mas vivo em Nova Iguaçu’”.

Na foto, do arquivo do CL, vemos, da esquerda para a direita: D. Maria José Raunheitti Duccini, o Padre João Musch, Tutuca (um pouco atrás) e o Sr. José Raunheitti.