TROCANDO EM MIÚDOS - Correio da Lavoura

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3 de ago. de 2026

TROCANDO EM MIÚDOS

Por Almeida dos Santos


Fenig inovando

No dia 29 de julho passado, a Câmara Municipal de Nova Iguaçu completou 193 anos de instalada. Uma data importante, pois foi em 29 de julho de 1833 que Inácio Antônio de Sousa Amaral, conhecido como Barão do Guandu, assumia como o primeiro gestor do município. E a Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu (Fenig), na figura do presidente Miguel Ribeiro, deu um passo significativo ao iniciar, no site da fundação, uma seção denominada “Identidade e Pertencimento Iguaçuano”. Como não poderia deixar de ser, Barão do Guandu foi o primeiro personagem que teve os seus dados biográficos publicados nela.

Aos poucos

Nos últimos meses, venho trazendo, neste espaço, informações sobre personagens que, às vezes, apenas os seus nomes são conhecidos, enquanto as histórias nem tanto. É uma ação prazerosa, mas requer os seus sacrifícios! Cada personagem apresentado é um registro que serve para o agora, sim. Mas, sobretudo, para a formação de uma coletânea, construída aos poucos, como um “álbum” que futuramente poderá se transformar em livro.

Falando de personagens

Quem acessa o site da Câmara Municipal de Nova Iguaçu, na seção da História da Câmara, na área que fala dos vereadores ao longo dos anos, perceberá que, no ano de 1911, não constam os nomes dos vereadores, assim como em outros anos. Mas, em 1911, especificamente, há uma curiosidade interessante. Octavio Áscoli, nessa legislatura, era vereador juntamente com o sogro, o Ten. Cel. da Guarda Nacional, José Pinto Marques.

Dada a largada

Aprendi, desde cedo, no jornalismo, que a candidatura só existe quando homologada. No que antecede, são apenas articulações. Rogerio Lisboa, ex-prefeito, estava cotado para vice do Douglas Ruas, mas notícias dão conta de que desistiu. Lembro que, em 2010, mesmo com mandato de deputado, Lisboa não quis concorrer à reeleição. Voltou a concorrer em 2014 e não preciso dizer que depois virou prefeito em 2016, se reelegeu em 2020 e ainda fez o sucessor em 2022. Rogerio Lisboa pode até ter desistido de ser candidato a vice neste momento, mas, com certeza, não é o fim da sua carreira como homem público. Mas acredito em surpresas, o que devemos aguardar.

Juntos e misturados

O vereador Dr. Robertinho, que demonstrou uma capacidade de lidar com as dificuldades na reeleição de 2024 e surpreendeu com uma votação superior às dos anos em que concorreu, virou uma espécie de “unha e carne” com o respeitado André Ceciliano, ex-presidente da Alerj, que deu uma demonstração enorme da capacidade administrativa na Assembleia Legislativa. Dr. Robertinho será um trunfo importante na campanha de Ceciliano, dada a característica do vereador de gostar de percorrer as comunidades. Aliás, foi com esse estilo que Dr. Robertinho garantiu a sua volta para a Câmara no momento mais difícil da sua candidatura.

Para pensar…

Essa ventania anormal pode se tornar frequente. Por anos e anos, as questões climáticas são preocupantes, mas há quem veja isso como frescura. Educação ambiental, mais do que nunca necessária, é uma matéria que precisa ganhar força nas salas de aula.